Uma conversa sobre feridas, desconexão e a sabedoria escondida no sofrimento Este artigo foi construído a partir dos ensinamentos do curso ‘A Sabedoria do Trauma’, ministrado por Gabor Maté — tudo o que você ler aqui saiu daquelas aulas. Trauma não
Introdução Poucos conceitos da psicologia contemporânea ganharam tanta relevância quanto o trauma. A palavra, que originalmente significa “ferida” em grego, descreve hoje um fenômeno que vai muito além de uma simples memória dolorosa. A pesquisa atual demonstra que experiências traumáticas, sejam
A radiestesia é uma prática ancestral que, ao longo dos séculos, transita entre o pragmatismo das antigas civilizações hidrógrafas e o universo contemporâneo das chamadas “terapias vibracionais”. Frequentemente situada em uma zona limítrofe entre o conhecimento popular e a investigação científica,
Olhar para fora é fácil. O olhar externo enxerga a superficialidade das coisas, o vazio, o efêmero. É a busca desenfreada por soluções que possam preencher o vazio da alma. Sim, é um vazio que ecoa fundo e se manifesta de
“Mais vale cumprir o próprio dharma, ainda que de forma imperfeita, do que cumprir de maneira perfeita o dever de outrem.”— Bhagavad Gita (cap III, v.35) Não veja esses escritos como regra a seguir. São apenas pensamentos que compartilho que hoje
A ciência da neuroplasticidade: como o cérebro se reinventa a cada pensamento Nosso cérebro não é uma máquina rígida, programada para funcionar sempre do mesmo modo. Ao contrário do que se acreditou por décadas, ele possui uma capacidade extraordinária de se
Além das portas da percepção da sua fraqueza, posta-se a sua força. Além das portas da percepção da sua dor, posta-se o seu prazer e a sua alegria. Além das portas da percepção do seu medo, posta-se a sua segurança e
Há um preconceito muito grande com o termo autoajuda. Vejo muitas pessoas detonarem livros que são rotulados como sendo de autoajuda. Vamos ao que eu penso sobre isso. Em todas as áreas encontramos aquilo que consideramos raso ou profundo. Mas isso
Gostaria de possuir o dom mais agudo da escrita, mas ofereço o que a vida me ensinou. E começo com uma pergunta que, à primeira vista, soa óbvia: como alguém pode verdadeiramente amar o outro sem primeiro se reconciliar consigo mesmo?